Por Paccelli José Maracci Zahler - Editor (Brasília, DF)
Nesta edição, a Revista Cerrado Cultural reafirma seu compromisso com aquilo que nos move desde o início: dar espaço ao que pulsa, ao que nasce da sensibilidade, da inquietação e da coragem de quem escreve, pinta, canta, fotografa, traduz e reinventa o mundo. Somos, antes de tudo, um território de encontros — e maio nos lembra que os encontros verdadeiros florescem quando há escuta, generosidade e abertura.
Vivemos tempos em que a cultura precisa ser defendida com firmeza. Não apenas como patrimônio, mas como direito. A arte não é ornamento: é ferramenta de consciência, de memória e de futuro. Por isso, cada poema, cada conto, cada ensaio, cada obra visual que compõe esta edição é também um gesto de resistência. Um lembrete de que a criação humana continua sendo uma das formas mais potentes de liberdade.
Que esta edição de maio inspire você a desacelerar, a olhar de novo, a sentir o que talvez tenha ficado adormecido. Que desperte perguntas, provoque reflexões e, quem sabe, acenda aquela centelha que só a arte é capaz de reacender.
Seguimos juntos — leitores, autores, colaboradores e sonhadores — cultivando este Cerrado simbólico onde a cultura floresce apesar de tudo, e justamente por isso.
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